A pesquisa “critérios e valores de patrimonialização: por uma questão de justiça epistêmica” financiada pelo edital universal do CNPq/2021. Coordenada por Carolina Ruoso e realizada pelo grupo de estudos e pesquisa Estopim/CNPq da EBA|UFMG, identificou uma diversidade de musealidades decoloniais por meio de uma metodologia da pesquisa curatorial elaborada a partir do diálogo entre Museologia, História da Arte e Antropologia, assim, apresentaremos as musealidades decoloniais presentes nas referências culturais brasileiras. A noção de referências culturais analisada e historiada por Pedro Clerot em sua dissertação de mestrado foi fundamental para compreendermos a relação das musealizações e/ou patrimonializações participativas fundamentadas pela Museologia Social, especialmente pelas museologias insurgentes na elaboração do campo da referência cultural como lugar de identificação das musealidades decoloniais. O artigo da historiadora da arte e professora Renata Bittencourt intitulado Pintura como Mandinga foi necessário para podermos ver um emprego estruturado e inteligente de uma musealidade decolonial, a mandinga. E a noção de justiça epistêmica elaborada pela bibliotecária e professora Maria Aparecida Moura junto da pesquisa da Sueli Carneiro filósofa e ativista do movimento negro e feminista brasileiro a respeito do dispositivo de racialidade e do epistemicídio.
Em 2026 a Rede de pesquisa e formação em curadoria de exposições criou o grupo de trabalho musealidades decolonais. São membros:
Angela Peyerl
Carolina Ruoso
Flaviana Lasan
Karla Esther
Lorena Gonçalves
Martha Abreu
NBicalho
Rodrigo Rafael Gonzaga
Vania Brayner
Verbetes:



